sexta-feira, 20 de junho de 2014
sexta-feira, 13 de junho de 2014
QUE TEXTO...
quinta-feira, 5 de junho de 2014
BONS AMIGOS...
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Bons Amigos
Machado de Assis
Abençoados os que possuem amigos, os que os têm sem pedir. Porque amigo não se pede, não se compra, nem se vende. Amigo a gente sente! Benditos os que sofrem por amigos, os que falam com o olhar. Porque amigo não se cala, não questiona, nem se rende. Amigo a gente entende! Benditos os que guardam amigos, os que entregam o ombro pra chorar. Porque amigo sofre e chora. Amigo não tem hora pra consolar! Benditos sejam os amigos que acreditam na tua verdade ou te apontam a realidade. Porque amigo é a direção. Amigo é a base quando falta o chão! Benditos sejam todos os amigos de raízes, verdadeiros. Porque amigos são herdeiros da real sagacidade. Ter amigos é a melhor cumplicidade! Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho, Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas!
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sexta-feira, 30 de maio de 2014
CANÇÃO DA TERRA
sexta-feira, 23 de maio de 2014
ANJO DO AMOR
quinta-feira, 15 de maio de 2014
domingo, 4 de maio de 2014
MINHA MÃE!!!!
sexta-feira, 25 de abril de 2014
O TEU NOME...
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De paixão e de música. Louco relógio que canta mortas horas antigas. Eu pronuncio teu nome, nesta noite escura, e teu nome me soa mais distante que nunca. Mais distante que todas as estrelas e mais dolente que a mansa chuva. Amar-te-ei como então alguma vez? Que culpa tem meu coração? Se a névoa se esfuma, que outra paixão me espera? Será tranqüila e pura? Se meus dedos pudessem desfolhar a lua!! Tradução: William Agel de Melo |
sexta-feira, 18 de abril de 2014
SE AMANHA SENTIRES SAUDADES...

Tu és jovem...
Atender a quem te chama é belo Lutar por quem te rejeita è quase chegar a perfeição.
A juventude precisa de sonhos e se nutrir de lembranças assim como o leito dos rios precisa da água que rola...
O coração necessita de afecto.
Não faças do amanhã o sinònimo de nunca
Nem o ontem seja o mesmo
Que nunca mais teus passos parem e não olhes para trás Mas vai em frente
Pois há muitos que precisam
Que chegues para poderem seguir-te.
quinta-feira, 10 de abril de 2014
AS MÃOS...
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As mãos
Com mãos se faz a paz se faz a guerra.
Com mãos tudo se faz e se desfaz. Com mãos se faz o poema – e são de terra. Com mãos se faz a guerra – e são a paz.
Com mãos se rasga o mar. Com mãos se lavra.
Não são de pedras estas casas mas de mãos. E estão no fruto e na palavra as mãos que são o canto e são as armas.
E cravam-se no Tempo como farpas
as mãos que vês nas coisas transformadas. Folhas que vão no vento: verdes harpas.
De mãos é cada flor cada cidade.
Ninguém pode vencer estas espadas: nas tuas mãos começa a liberdade
MANUEL ALEGRE.
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sexta-feira, 28 de março de 2014
A CIÊNCIA DO AMOR
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A CIÊNCIA DO AMOR
O amor é um acordo que nos escapa
premissas traficadas sem certeza noite fora em casas devolutas, em temporais, em corpos que não o nosso aluviões para tentar de forma contínua num sofrimento corrosivo que ninguém consegue não chamar também de alegria
Pensamos que quando chegasse as nossas vidas acelerariam
mas nem sempre é assim: há emoções que nos aceleram outras que nos abrandam
Um mês ou um século mais tarde
movem-se ainda, tão subtilmente que não se notam |
sexta-feira, 21 de março de 2014
MARCAS ETERNAS...
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MARCAS ETERNAS
Têm olhares que marcam a vida da gente... Têm sorrisos que deixam sinais eternos... Têm palavras que amolecem qualquer coração, Têm vozes que nos enternecem e permanecem pra sempre, Têm expressões que nos arrebentam a alma e nos arrebatam... Têm abraços que aconchegam seres tão próximos que se tornam irmãos... Têm apertos de mãos que prendem uma amizade imortal... Tem gente que quando entra na vida da gente vira-a de pernas pro ar... ...e ficamos perdidos de felicidade. Tudo se torna uma manhã iluminada... ...e quando passa deixa só saudade. Pe. Helder José C.Ss.R. |
sexta-feira, 14 de março de 2014
EU SEI...NÃO TE CONHEÇO...
Eu sei, não te conheço mas existes.
por isso os deuses não existem,
a solidão não existe
e apenas me dói a tua ausência
como uma fogueira
ou um grito.
Não me perguntes como, mas ainda me lembro
quando no outono cresceram no teu peito
duas alegres laranjas que eu apertei nas minhas mãos
e perfumaram depois a minha boca.
Eu sei, não digas, deixa-me inventar-te.
não é um sonho, juro, são apenas as minhas mãos
sobre a tua nudez
como uma sombra no deserto.
É apenas este rio que me percorre há muito e deságua em ti,
Porque tu és o mar que acolhe os meus destroços.
É apenas uma tristeza inadiável, uma outra maneira de habitares
Em todas as palavras do meu canto.
Tenho construído o teu nome com todas as coisas.
tenho feito amor de muitas maneiras,
docemente,
lentamente
desesperadamente
à tua procura, sempre á tua procura
até me dar conta que estás em mim,
que em mim devo procurar-te,
e tu apenas existes porque eu existo
e eu não estou só contigo
mas é contigo que eu quero ficar só
porque é a ti,
a ti que eu amo.
JOAQUIM PESSOA
sexta-feira, 7 de março de 2014
UM ENCONTRO NUM BAR!!!!
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Prova que é bom, é trova ao luar
Veronica Almeida e Abilio Fernandes Um encontro num bar Numa noite de magia Numa roda de amigos Ouvindo Pura Poesia... E um sibemol Soltando as amarras Viola ao por do sol O canto das cigarras. Um velho barco ondulando na rede do pescador
E um vento leve soprando
Uma canção de amor...
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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
ENVELHECER...
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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
CORRE UM RIO SEM FIM!!!!
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Entre o sono e sonho,
Entre mim e o que em mim
É o quem eu me suponho
Corre um rio sem fim.
Passou por outras margens,
Diversas mais além,
Naquelas várias viagens
Que todo o rio tem.
Chegou onde hoje habito
A casa que hoje sou.
Passa, se eu me medito;
Se desperto, passou.
E quem me sinto e morre
No que me liga a mim
Dorme onde o rio corre
Esse rio sem fim.
(Fernando Pessoa)
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
ESTE AMOR INFINITO E IMACULADO!!!
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Este Amor Infinito e ImaculadoQuerida, o teu viver era um letargo, Nenhuma aspiração te atormentava; Afeita já do jugo ao duro cargo, Teu peito nem sequer desafogava. Fui eu que te apontei um mundo largo De novas sensações; teu peito ansiava Ouvindo-me contar entre caricias, Do livre e ardente amor tantas delicias! Não te mentia, não. Sentiste-o, filha, Esse amor infinito e imaculado, Estrela maga que incessante brilha Da alma pura ao casto amor sagrado; Afecto nobre que jamais partilha O coracão de vícios ulcerado. Não sentes, nem recordas, já sequer? Quem deste amor te despenhou, mulher ? Eu não! Se muitos crimes me desluzem, Se pôde transviar-me o seu encanto, Ao menos uma só não me recusem, Uma virtude só: amar-te tanto! Embora injúrias contra mim se cruzem, Cuspindo insultos neste amor tão santo, Diz tu quem fui, quem sou, e se é verdade O opróbrio aviltador da sociedade. Camilo Castelo Branco, in 'Poema dedicado a Ana Plácido (1857)' |
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
Vens comigo?
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Vens comigo?
Vens comigo?
Temos barcos aportados
E um já a bolinar, atrevido.
Um pronto a partir, desenfreado,
Do lado do coração,
Outro, na outra banda,
Ainda preso ao cais da razão.
Mas ambos sabemos
Que já navegamos em todos,
Timidamente,
Ao mesmo tempo.
Há que tempo…
Num carrossel a medrar como silvas
Movido com beijos dos nossos.
Mesmo não percebendo a pergunta
Nem qual o destino,
Repito,
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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
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