EU DIGO:

SERÃO SEMPRE BEM-VINDOS AO MEU ESPAÇO.
MUITO OBRIGADA PELA VOSSA VISITA

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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

IMAGEM DA NET


Alma minha gentil, que te partiste
Tão cedo desta vida descontente,
Repousa lá no Céu eternamente,
E viva eu cá na terra sempre triste.

Se lá no assento Etéreo, onde subiste,
Memória desta vida se consente,
Não te esqueças daquele amor ardente,
Que já nos olhos meus tão puro viste.

E se vires que pode merecer-te
Algũa cousa a dor que me ficou
Da mágoa, sem remédio, de perder-te,

Roga a Deus, que teus anos encurtou,
Que tão cedo de cá me leve a ver-te,
Quão cedo de meus olhos te levou.

Luís Vaz de Camões, in "Sonetos"

6 comentários:

  1. Belo soneto amiga ,eu ainda nao perdi a minha alma,
    apesar das circunstancia da vida, consegui ganhar e perder,mas a minha alma permanece intacta ,beijo Betinha

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  2. Camões um poeta que orgulha Portugal.

    Venho desejar a si e sua Família
    um Feliz Natal.
    Bj.
    Irene Alves

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  3. UM POETA QUE GRITOU PORTUGAL NOS QUATRO CANTOS DO MUNDO
    HOJE,CHORARIA A SUA PÁTRIA AMADA!!
    OBRIGADA E IGUALMENTE DESEJO O MESMO,
    BEIJINPOS

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  4. OLÁ AMIGO EMANUEL.
    O PERDER A ALMA É SOMENTE UMA "METÁFORA"
    A ALMA VAMOS PERDENDO,AO LONGO DA VIDA,QUER SE QUEIRA OU NAO!
    BJINHO AMIGO E OBRIGADA PELA VISITA

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  5. Esse soneto de Camões é de uma magnitude que dispensa comentários. Meu beijo.

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