quarta-feira, 28 de outubro de 2015

EU ERA FELIZ!!!!!





«E eu era feliz? Não sei, fui-o outrora agora.»
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Fernando Pessoa.
Pobre velha música!
Não sei porque agrado,
Enche-se de lágrimas
Meu olhar parado.

Recordo outro ouvir-te.
Não sei se te ouvi
Nessa minha infância
Que me lembra em ti.

Com que ânsia tão raiva
Quero aquele outrora!
E eu era feliz? Não sei:
Fui-o outrora agora.


sábado, 24 de outubro de 2015

TODOS TEMOS DEFEITOS!!!



Que toda a gente tem defeitos.
Que palavras não são só palavras.
Que uma camisola é muito mais que uma camisola quando
possui o cheiro daquela pessoa.
Que uma lágrima vale mais que um sorriso.
Que uma historia começa com um simples olhar.
Que vais ser sempre julgado por alguém.
Que uma música vale mais que mil palavras.
Que tens de lutar pelas pessoas que amas todos os dias.
Que toda a gente te vai desiludir.
Que um beijo não é só um beijo.
Que nada é para sempre.
Que uma atitude pode mudar o teu destino.
Que o " (...) e viveram felizes para sempre " não existe.
Que as coisas não se resolvem só com uma "desculpa".
Que uma brincadeira pode acabar mal.
Aprendes que haverá sempre um "e" ou um "mas" no final
de cada frase porque isto ainda não é o ponto final."
(d.a)




sexta-feira, 4 de setembro de 2015

SONETO DA LAMENTAÇÃO

Soneto de Lamentação.

"Há um menino dormindo na areia
um sono pra lá de profundo
é o sono de todo mundo
sem sonho, sem vida, sem veia.
As águas trouxeram o menino
sem mãe, sem pai e sem terra
despojo e despejo de guerra
jogado ao mar, sem destino.
O choro é tão forte e agudo
que por desgosto se espalha
no rosto de todo mundo.
E um pouco da minha esperança
padece, afogada na praia
no corpo daquela criança."
José Barbosa Junior - 03/09/2015
Via Dani Marinho

sábado, 22 de agosto de 2015

O MEU AVô....


Fernando Correia
18/8 ·
TESTEMUNHO DE UM BISNETO.

DA .

Embora oriundo do Porto, o mestre fotógrafo Eduardo Correia foi um verdadeiro senense de alma e coração. Á nossa Terra, ao conselho e á Serra da Estrela, ele consagrou uma vida de arte e Amor. Mas, que se pode dizer mais além do muito que se escreveu sobre a obra fotográfica desse grande artista que foi Eduardo Correia?
O excelente suplemento da "Voz da Serra “de 29.6.91 todo ele dedicado a duas figuras ilustres da nossa Terra--Eduardo Correia e Luís ferreira Matias--descrevia de modo brilhante a obra e a personalidade do Mestre Fotógrafo, que com a magia da sua câmara de imagens, nesse tempo a preto e branco, divulgou as belezas dos herminios,por esse mundo além.
Desde os longínquos anos vinte que Mestre Eduardo Correia, coleccionou prémios e distinções no País e no estrangeiro.
Quis o destino que a revolução republicana do 5 de Outubro de 1910 fizesse cruzar, Eduardo Correia, nas suas deambulações fotográficas, em Vilar Formoso, com o senense, Artur Costa, irmão do nosso conterrâneo Afonso Costa.
O irmão do caudilho republicano rapidamente convenceu Eduardo Correia a ir para Seia captar imagens dos comícios anti-monárquicos.
O Mestre Fotógrafo, ao deparar com a extraordinária beleza das paisagens Serranas ficou fascinado, e prendeu-se para sempre com os encantos e magia das montanhas gigantescas e dos profundos vales.
Como ninguém mais soube captar com a sua câmara mágica a cor e a luz, a sombra e a vida que emana das alturas serranas. A fotografia do "Pastor Serrano" correu mundo e cobriu-se de fama e glória.
A sua permanente ânsia da perfeição, sem limites de tempo e paciência, resultavam obras-primas nas paisagens dantescas da nossa Serra.
Os Senenses do seu tempo, felizmente ainda alguns, recordam decerto, com emoção e saudade o verdadeiro espectáculo que o Mestre Eduardo Correia, proporcionava ao fotografar os noivos e os convidados...
Por trás do fole da sua velha câmara de tripé (Foto Grande) focava, mirava e ajeitava, mandava levantar as cabeças e abrir sorrisos, ia e vinha a colocar o pessoal na ordem, recomeçava...e exasperava os menos pacientes, até ao clique final do flamejar do magnésio, que assustava os mais pequenos mas exercia efeito impressionante nos menos afoitos...
Olha o passarinho! Olha o passarinho! Toca a sorrir senão levam nas orelhas! E depressa, ou fecho a máquina e acabou-se a festa...
Criançada em vésperas de exames de passagem e serranos em busca de outros mundos da emigração, ou mancebos a ir ´"as sortes" e doutores já de canudo, faziam procissão pela íngreme calçada que levava ao atelier do Mestre Eduardo Correia e que hoje, com toda a justiça, ostenta o seu nome.
Também neste caso em boa verdade se pode dizer que o santuário da fotografia de Eduardo Correia, foi em Seia, uma verdadeira instituição. Mestre Eduardo amava a sua família. Chamou do Porto, os irmãos, também eles consagrados á arte da imagem.
Vieram os filhos, o Gelmirêz-o famoso Mirêz hábil futebolista do Seia Futebol Clube o Raúl, o Eduardo e finalmente o Serafim que com o apoio de sua esposa, Rosinha, empunhou o testemunho e mantém para honra da arte da nossa Terra o prestígio e a qualidade herdados do Mestre Eduardo.
Na galeria dos grandes homens de SEIA O Mestre Eduardo Correia têm o seu merecido lugar.
(Texto extraído do livro "HISTÒRIAS DE SENASERRA" de Hermano M.Santos)



sábado, 8 de agosto de 2015

LINDA!!!


Emoticon heart Emoticon heart Emoticon heart linda Emoticon heart Emoticon heart Emoticon heart

A força a encontre em ti, ninguém te a
Pode dar.
A força de deixar ir, força
De esquecer, a força de viver, de
Continuar a lutar, a força de
Sorrir mesmo quando estamos
De fazê-lo, mesmo quando alguém vai querer leva com ela.
Ganha a uma batalha mas não sobre os outros,
Em si mesmo; a batalha da tua vida.
Encontre o sol dentro de ti, para que
Possa brilhar cada vez que a
Chuva vai querer molhar o seu sorriso
E insultar a tua alma.

M. Ghesini
(JEAN DO)

domingo, 2 de agosto de 2015

POrTUGAL


Portugal

Avivo no teu rosto o rosto que me deste, 
E torno mais real o rosto que te dou. 
Mostro aos olhos que não te desfigura 
Quem te desfigurou. 
Criatura da tua criatura, 
Serás sempre o que sou. 

E eu sou a liberdade dum perfil 
Desenhado no mar. 
Ondulo e permaneço. 
Cavo, remo, imagino, 
E descubro na bruma o meu destino 
Que de antemão conheço: 

Teimoso aventureiro da ilusão, 
Surdo às razões do tempo e da fortuna, 
Achar sem nunca achar o que procuro, 
Exilado 
Na gávea do futuro, 
Mais alta ainda do que no passado. 

Miguel Torga, in 'Diário X' 


domingo, 26 de julho de 2015

JÁ PASSEI FRONTEIRAS!!!!


Já passei fronteiras
que doeram demais
para além do limiar
e do sentir

Fui cigana
de sinas consentidas
e
vi morrer o Sol
em muitas vidas

Hoje
sou a senhora do Mar
onde o verso
por vezes vira reverso
Sou a senhora de mim
A minha escrava
e também Raínha

Me conquistei
à custa da dor
e o meu reino
também foi de Amor.

LuizaCaetano

terça-feira, 21 de julho de 2015

COISAS VÁRIAS.....

"COISAS VÁRIAS" -

«– Até posso ser uma personagem de um filme,
Não realizado;
– Até posso ser uma figura de um romance,
Não escrito;
– Até posso ser uma actriz, sem papel,
Em qualquer peça de teatro,
Não concluída;
– Até posso ser uma das faces da Lua,
Não revelada;
– Até posso ser um raio de Sol,
Não iluminado;
– Até posso ser um borrão de tinta-da-china
Espalhado por uma grande folha de papel
Em branco;
– Até posso ser um quadro de Van Gogh,
Onde o Semeador lança as suas sementes,
Em Terra fértil;
– Até posso ser um marco do correio,
Aquele ali ao lado,
Onde a Amélia coloca, todos os dias, as cartas
Para o seu amante,
Que navega nos confins dos oceanos;
– Até posso ser um tronco seco
Daquele carvalho velho que habita,
Há gerações, no meu jardim;
– Até posso ser aquele molho de girassóis
Que cobre, de amarelo,
Os terrenos da minha quinta,
Que não existe;
– Até posso ser todos os velhos agoirentos
Que deixaram partir os barcos,
Que já não partem;
– Até posso ser todos os Adamastor(es),
Que já não assombram os mares;
– Até posso ser um Fernando Pessoa(s)
Nestes versos lançados ao mar
Na “Lisboa Revisitada”
Pelos turistas ingleses,
Que não percebem o que eu escrevo;
– Até posso ser um génio, agora brotante,
Da Poesia Portuguesa Contemporânea,
Mesmo que ninguém leia os meus versos
Em canto órfico, em canções de fado
Sem rima propositada.»
IR(Semi-heterónimo de Isabel Rosete), In Livro "FLUXOS DA MEMÓRIA", 

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Noites de tango.

(Noites de Tango,
e silencioso pranto!)
Bocas mudas,
cheias de vazios, ardem 
à espera de uma palavra,
ou de um beijo desejado
disfarçam lágrimas
em melancólicos sorrisos vãos,
contornados por ousados lábios
cheios de batom carmim
(ao som de um Tango qualquer,
arrancado de um velho Bandoneón.)

(ao abrigo do código do direito de autor)
Art by Andrew Atroshenko

sábado, 4 de julho de 2015

Quase um Poema de Amor

Quase um Poema de Amor

Há muito tempo já que não escrevo um poema 
De amor. 
E é o que eu sei fazer com mais delicadeza! 
A nossa natureza 
Lusitana 
Tem essa humana 
Graça 
Feiticeira 
De tornar de cristal 
A mais sentimental 
E baça 
Bebedeira. 

Mas ou seja que vou envelhecendo 
E ninguém me deseje apaixonado, 
Ou que a antiga paixão 
Me mantenha calado 
O coração 
Num íntimo pudor, 
— Há muito tempo já que não escrevo um poema 
De amor. 

Miguel Torga, in 'Diário V' 

sexta-feira, 6 de março de 2015

Poemas de Saudade

     (IREI FICAR AUSENTE POR UNS TEMPOS)                       


AUSÊNCIA
Eu deixarei que morra em mim o desejo de amar os teus olhos que são doces
Porque nada te poderei dar senão a mágoa de me veres eternamente exausto.
No entanto a tua presença é qualquer coisa como a luz e a vida
E eu sinto que em meu gesto existe o teu gesto e em minha voz a tua voz.
Não te quero ter porque em meu ser tudo estaria terminado.
Quero só que surjas em mim como a fé nos desesperados
Para que eu possa levar uma gota de orvalho nesta terra amaldiçoada
Que ficou sobre a minha carne como uma nódoa do passado.
Eu deixarei... tu irás e encostarás a tua face em outra face.
Teus dedos enlaçarão outros dedos e tu desabrocharás para a madrugada.
Mas tu não saberás que quem te colheu fui eu, porque eu fui o grande íntimo da noite.
Porque eu encostei minha face na face da noite e ouvi a tua fala amorosa.
Porque meus dedos enlaçaram os dedos da névoa suspensos no espaço.
E eu trouxe até mim a misteriosa essência do teu abandono desordenado.
Eu ficarei só como os veleiros nos pontos silenciosos.
Mas eu te possuirei como ninguém porque poderei partir.
E todas as lamentações do mar, do vento, do céu, das aves, das estrelas.
Serão a tua voz presente, a tua voz ausente, a tua voz serenizada.
Vinicius de Moraes

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Falo de Ti às Pedras das Estradas


Falo de ti às pedras das estradas,
E ao sol que e louro como o teu olhar,
Falo ao rio, que desdobra a faiscar,
Vestidos de princesas e de fadas;

Falo às gaivotas de asas desdobradas,
Lembrando lenços brancos a acenar,
E aos mastros que apunhalam o luar
Na solidão das noites consteladas;

Digo os anseios, os sonhos, os desejos
Donde a tua alma, tonta de vitória,
Levanta ao céu a torre dos meus beijos!

E os meus gritos de amor, cruzando o espaço,
Sobre os brocados fúlgidos da glória,
São astros que me tombam do regaço!

Florbela Espanca, in "A Mensageira das Violetas"
 

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

O DIA DEU EM CHUVOSO!


O Dia Deu em Chuvoso

O dia deu em chuvoso. 
A manhã, contudo, esteve bastante azul. 
O dia deu em chuvoso. 
Desde manhã eu estava um pouco triste. 

Antecipação! Tristeza? Coisa nenhuma? 
Não sei: já ao acordar estava triste. 
O dia deu em chuvoso. 

Bem sei, a penumbra da chuva é elegante. 
Bem sei: o sol oprime, por ser tão ordinário, um elegante. 
Bem sei: ser susceptível às mudanças de luz não é elegante. 
Mas quem disse ao sol ou aos outros que eu quero ser elegante? 
Dêem-me o céu azul e o sol visível. 
Névoa, chuvas, escuros — isso tenho eu em mim. 

Hoje quero só sossego. 
Até amaria o lar, desde que o não tivesse. 
Chego a ter sono de vontade de ter sossego. 
Não exageremos! 
Tenho efetivamente sono, sem explicação. 
O dia deu em chuvoso. 

Carinhos? Afetos? São memórias... 
É preciso ser-se criança para os ter... 
Minha madrugada perdida, meu céu azul verdadeiro! 
O dia deu em chuvoso. 

Boca bonita da filha do caseiro, 
Polpa de fruta de um coração por comer... 
Quando foi isso? Não sei... 
No azul da manhã... 

O dia deu em chuvoso. 

Álvaro de Campos, in "Poemas" 
Heterónimo de Fernando Pessoa
 
 

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

"SEM"


" Sem... "
Vem dormir nos meus sonos
enquanto se acalma o mar.
Sinto assim um pedaço do teu amor
no fragmento imenso das noites dançarinas.
Os acordes do vento recordam-me
as noites em que esquecemos os demais,
aquelas eternas noites de portas douradas
sem o sabor amargo das palavras mudas
e da tristeza dos gestos quietos de hoje.
O tempo não teve compaixão
e o vazio das tuas sombras
desenham-se agora na cama
que um dia desejaste…
Secaram os beijos e as carícias
que galopam nos dias perdidos de ontem
e os sonhos que foram de outra cor
agora em fogo cinza,
dormem sob as pedras,
sem refúgio, sem calor
sem paixão, sem amor.
( © António Carlos Santos )
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In: Livro de poesia: "Da Geometria Do Amor"
Seda Publicações

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

É ACORDAR E SORRIR



É acordar e pensar que tens uma coroa na cabeça,
É acordar e perceber que tens mais um dia para viver.
É acordar, e sorrir,
É acordar e seguir.
É acordar e vestir,
Preparar mais um grande dia que está para vir.
Hoje é o primeiro dia do resto da tua vida,
E o ultimo nesta data,
Já nada voltará a ser como é,
É por isso que tens de fazer,
Fazer qualquer coisa,
Fazer para seres maior,
Fazer para viveres melhor.
Todos temos medos,
A diferença é que uns fogem deles,
E outros encaram-nos e aprendem.
É levantar e pensares que tens uma coroa na cabeça,
Que tens um poder infinito,
Que dos fracos não reza a história,
E dos insucessos pouco se faz memória.
É acordar e lutar,
É melhorar, é a mente domar,
É motivar, é triunfar.
É acordar e amar,
É acordar e despertar,
É acordar e agradecer,
É acordar,
É acordar, despertar, amar viver e SER!
SER O QUÊ?
SER MAIS FELIZ!
A.D.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

APENAS SAUDADE!!!!!



".Apenas saudade "

Sinto.
apenas 
sinto ...
e diante desta solidão
e agonia ...sei te queria.
minha vida já não tem
razão de ser ... vivo de
um passado que admito
queria de volta .
mas já se faz tarde pra
nós dois ...
tudo acabou meu verso
calado ... te sinto ao
meu lado ....
mas sem inspiração
tão
triste esse coração
poeta perdido sem você
nada mais irei compor
sinto falta desse amor !

autoria :Luiza Senis
 

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

A MENTIRA ESTÁ EM TI!!!



A Mentira Está em Ti

"Olá, guardador de rebanhos, 
Aí à beira da estrada, 
Que te diz o vento que passa?" 

"Que é vento, e que passa, 
E que já passou antes, 
E que passará depois. 
E a ti o que te diz?" 

"Muita cousa mais do que isso. 
Fala-me de muitas outras cousas. 
De memórias e de saudades 
E de cousas que nunca foram." 

"Nunca ouviste passar o vento. 
O vento só fala do vento. 
O que lhe ouviste foi mentira, 
E a mentira está em ti." 

Alberto Caeiro, in "O Guardador de Rebanhos - Poema X" 
Heterónimo de Fernando Pessoa 

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

A MATRIZ!!!!

MINHA GENTE DE RAÍZ,
NUNCA VOS PODEREI ESQUECER
A IGREJA POR ONDE TODOS PASSAMOS
SERÁ SEMPRE A NOSSA MATRIZ.

DIZEM OS MENOS SAUDOSOS
SÃO TEMPOS  IDOS
TALVEZ NUNCA OS TIVESSEM VIVIDO!

VIVO NA ESPERANÇA DE
 UM DIA LÁ VOLTAR!

UM BOM ANO PARA O  PLANETA
.
ACABEM COM AS GUERRAS,DITADURAS E  LEMBREM;

PORTUGAL,DITO,HÁ BEIRA MAR PLANTADO.
TEM NA SUA LONGA HISTÓRIA
CONQUISTAS EM QUE "DEU NOVOS
MUNDOS AO MUNDO



Elisabete Correia