NÃO SEI TEU NOME
Joaquim Monteiro
Escrevo no tronco das árvores o teu nome
Abstracto, por não te saber soletrar
Mas também, para que serve o teu nome
Se te trato por Amor. Não será isso supremo?
Escrevo teu nome, para que a seiva te percorra
Numa presença constante e iluminada
Para que o tempo se desenvolva na clorofila de teus olhos
Nada mais conta, se não, esta necessidade de te amar.
De te chamar mar, inundando minha boca de sal
De te chamar barco, navegando a minha pele
Chamar-te Sol quando meus dias são mais negros que breu
Dizer-te lua, quando teu corpo é mais luminoso que as estrelas.
Que importa que não saiba dizer teu nome
Aquele por quem te identifica o mundo
E te deixa no louco anonimato dos dias.
O teu nome está em mim e eu permaneço nele
Tudo se reduz á palavra inventada em cada instante
Em cada esquina de teus lugares recônditos
Quando trocamos de lábios, sempre que me dizes
Que os nardos que plantaste no meu corpo
Têm o aroma das imprevisíveis montanhas.
Sei-te amor, pelas frondosas tílias que me cobrem
Aquelas doces tílias imutáveis
Que na fragrância de teus seios, repousam leves
Adormecendo meu espírito na beleza que lhes dás.
Amo-te mais que as nuvens a própria água
E pela cor dos teus mamilos, sei, qual
A luz que de mim te chega.
Sempre que me ausento, em mim se esconde,
A doce melodia de teus murmúrios.
Basta-me esse falar nos meus silêncios
Para cantar-te em todas as manhãs do mundo.
Joaquim Monteiro
Escrevo no tronco das árvores o teu nome
Abstracto, por não te saber soletrar
Mas também, para que serve o teu nome
Se te trato por Amor. Não será isso supremo?
Escrevo teu nome, para que a seiva te percorra
Numa presença constante e iluminada
Para que o tempo se desenvolva na clorofila de teus olhos
Nada mais conta, se não, esta necessidade de te amar.
De te chamar mar, inundando minha boca de sal
De te chamar barco, navegando a minha pele
Chamar-te Sol quando meus dias são mais negros que breu
Dizer-te lua, quando teu corpo é mais luminoso que as estrelas.
Que importa que não saiba dizer teu nome
Aquele por quem te identifica o mundo
E te deixa no louco anonimato dos dias.
O teu nome está em mim e eu permaneço nele
Tudo se reduz á palavra inventada em cada instante
Em cada esquina de teus lugares recônditos
Quando trocamos de lábios, sempre que me dizes
Que os nardos que plantaste no meu corpo
Têm o aroma das imprevisíveis montanhas.
Sei-te amor, pelas frondosas tílias que me cobrem
Aquelas doces tílias imutáveis
Que na fragrância de teus seios, repousam leves
Adormecendo meu espírito na beleza que lhes dás.
Amo-te mais que as nuvens a própria água
E pela cor dos teus mamilos, sei, qual
A luz que de mim te chega.
Sempre que me ausento, em mim se esconde,
A doce melodia de teus murmúrios.
Basta-me esse falar nos meus silêncios
Para cantar-te em todas as manhãs do mundo.
Sinto ao ler este maravilhoso poema uma grande emoçao e ternura ,beijinhos
ResponderEliminarExactamente amigo Emanuel.
ResponderEliminarMuito obrigada pelo atenção.
Continuação de tudo de bom
Beijinhos
Belíssima escolha poética.
ResponderEliminarTal como da foto.
Betinha, querida amiga, tem um bom fim de semana.
Beijo.
MUITO OBRIGADA PELA TUA VISITA.
ResponderEliminarÈ SMPRE BEM-VINDA A TUA OPINIAO
UM BEIJINHO
Que maravilhoso poema! E lindo blogue. Gostei muito. Desculpe comentar e entrar assim. Gostaria até de segui-la. Deixo um beijinho. Obrigado
ResponderEliminarMuito obrigada Céus,pq nao'??
ResponderEliminarFaria todo o gosto...
Beijinhos